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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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Fui ver o Mamma Mia! 2 e achei o filme uma parolice

Atenção: risco de spoilers ligeiros, se bem que já conhecemos todos o enredo, por isso é mais uma questão estética.

 

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Sexta-feira à noite, amigos que gostam de musicais e lamechice - qual o melhor plano do que ver o filme Mamma Mia! Here We Go Again? Claro que tínhamos de o fazer. Infelizmente, os boatos que já tínhamos ouvido revelaram-se verdadeiros: o Mamma Mia 2 é uma parolice, um filme bastante mauzinho.

 

Comecemos pelo facto de que, como em todos os franchises, o risco de repetição e enjôo é bastante elevado. O primeiro não é um filme brilhante, mas entretém e é minimamente credível. Tem lógica, princípio, meio e fim, uma premissa que nos envolve no enredo, que nos faz sentir próximos das personagens e das suas histórias.

 

Já este Mamma Mia 2... É só canções e pedaços de passado. Memórias repescadas, actores reformados repescados, cantores reformados repescados, enredo repescado. Tudo em segunda mão. Chocou-me principalmente sentir que todo o filme me causava vergonha alheia, desconforto, #cringiness. A performance terrível da maioria dos actores, a montagem e edição deficientes, a narrativa previsível, o absurdo em todo o lado. Sim, é ficção. Sim, é um filme para entreter as massas, não é suposto ser uma obra de arte. Mas há mínimos olímpicos a cumprir.

 

No final, ficou a sensação de que desenterraram uns quantos ossos e tentaram fazer sopa do cozido com eles. Ficou, claro, um sentimento de enorme desilusão. Se é para se fazer, que se tente fazer qualquer coisa boa, positiva para o mundo, que acrescente. Só os cenários e figurinos me consolaram. Nem sei como tem mais de sete pontos no IMDB.

 

Mamma Mia! 2 é só um filme para ganhar uns trocos e recuperar uns quantos dinossauros, um centro de dia ou caixote da reciclagem para não deixar o franchise ou os artistas cair no esquecimento (sim, Cher e Andy García, estou a olhar para vocês...). Um desperdício. Vejam antes na Internet, se têm curiosidade. Ou quando estrear na televisão.

Recomendar é melhor do que desperdiçar #9

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Um dos cuidados de pele a que me tenho tentado habituar é a limpeza do rosto todas as noites, depois de chegar a casa. Ultimamente, tenho usado um BB cream e sei que, mais do que nunca, convém não me esquecer de retirar o que permanece na cara, mesmo que seja mínimo.

Por isso, além do desmaquilhante (do qual poderei falar noutra altura, se estiverem curiosas), tenho um plano B, especialmente concebido para quando me sinto mais preguiçosa: as toalhitas Huggies Natural Care. Originalmente, eu não as usava com o propósito de me desmaquilhar, mas sim para me refrescar, limpar um pouco o suor e diluir o aroma a chimpanzé depois das aulas de Educação Física, só que depressa me apercebi de que são óptimas a retirar maquilhagem (mesmo à prova de água, nos olhos). Nem sequer irritam a pele, porque são feitas para os bebés. Também não têm aroma e são à base de aloé vera, o que deixa sempre a pele muito suave e sem vermelhidões dos esfreganços mais violentos (estou a brincar, não façam isso).

Em termos de qualidade-preço, a coisa vale muito a pena. Por acaso, tenho-as sempre arranjado em promoção, por 1€ (SIM, 64 TOALHITAS DE MARCA POR 1€), mas o preço original ronda os 2€ e não é por isso que as deixarei de comprar se assim tiver de ser. Já tenho experimentado outras marcas, mas as toalhitas Huggies Natural Care são as minhas preferidas até agora, principalmente por serem multifuncionais e adequadas a pessoas preguiçosas! Por serem tão eficazes, uma toalhita de cada vez é o suficiente, por isso o pacote de 64 toalhitas dura uma vida.

 

Huggies, faz uma parceria comigo e seremos amigas para sempre! Hoje, as toalhitas para desmaquilhar; amanhã (daqui a uns anos, para ser mais precisa), as fraldas dos putos! Tem tudo para dar certo...

O meu Carnaval com Shakespeare e Martin Luther King Jr.

[Críticas à peça de teatro As Obras Completas de William Shakespeare em 97 minutos e ao filme Selma.]

 

No final de 2014, tomei duas decisões: que havia de ir mais vezes ao teatro e que havia de ir mais vezes ao cinema. Ok, e que havia de ir mais vezes a exposições de arte, a museus e etc e tal, mas ainda não cheguei lá (por agora!).

Sendo assim, já comecei a investir nessas decisões durante este fim-de-semana prolongado de Carnaval.

 

 

No Domingo, fui ver a peça As Obras Completas de William Shakespeare em 97 minutos, no Teatro Tivoli. Já esteve em cena no ano passado, depois esteve noutras zonas do país e há uns meses regressou à capital. Durante todo este tempo, nunca parei de pensar "vou ver no próximo fim-de-semana... e vou no outro... e talvez depois dos testes... e agora não tenho dinheiro" - até que recebi a derradeira ameaça. 15 de Fevereiro de 2015 seria o seu último dia em Lisboa, muito provavelmente pela última vez (uma terceira temporada de uma peça de teatro, em menos de dois anos, na mesma cidade, em Portugal, não seria pedir demasiado?). Claro que mandei o dinheiro às urtigas, deixei de ser forreta e lá fui eu, mais a minha avó e a minha tia.

Primeiro aspecto a frisar: a opinião pública acaba por viciar muito as nossas expectativas.

 

Recomendar é melhor do que desperdiçar #8

Volta e meia, e voltamos à mesma marca de sempre: Yves Rocher.

A Yves Rocher é a minha eleita e até prova em contrário continuará a sê-lo, não só porque sou revendedora (por isso, até consigo uns bons descontos), mas também porque sei reconhecer objectivamente a qualidade e a diversidade dos produtos, que até agora nunca me fizeram alergia, nunca me deixaram a pele gordurosa, nunca me pioraram o acne e que ainda me têm resolvido alguns problemas "de gaja".

Sendo assim, peço imensa desculpa pelo spam de Yves Rocher que acabam por levar de vez em quando.

 

Os produtos sobre os quais vos venho escrever hoje são contra a queda de cabelo: um champô e umas cápsulas.

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São eles o champô estimulante e anti-queda de cabelo e o suplemento alimentar Unhas&Cabelo da Yves Rocher.

Já os utilizei em conjunto durante uma temporada, também já utilizei só o champô sem o suplemento e, agora, estou só a usar o suplemento. Seja como for, tenho-me dado bastante bem com qualquer um deles. Normalmente, sou um bocado atreita ao enfraquecimento do cabelo (e das unhas) e começo logo a panicar quando me começa a cair em maior quantidade.

Mal isso acontece, vou-me safando com produtos cosméticos, normalmente de origem vegetal (por exemplo, produtos à base de quinoa). Inclusivamente, quando fui cortar o cabelo em Dezembro, a minha cabeleireira disse que ele está muito melhor do que se encontrava há uns tempos e que tenho muito cabelo novo a nascer. Só posso associar estes resultados ao facto de ter, de Setembro a Novembro, conjugado o champô e o suplemento alimentar Unhas&Cabelo da Yves Rocher, numa onda de desespero por vê-lo baço e quebradiço. No que toca às unhas, as minhas são fraquinhas, mesmo com o suplemento ainda se partem, mas ficam visivelmente melhores se o tomar.

Quanto aos "contras" deste produtos, nem sei se tenho alguns para apontar. O preço é bastante aceitável, os efeitos são satisfatórios. Pessoalmente, o que mais me deve fazer impressão talvez seja o tamanho das cápsulas (uma por dia, mas acabo por dividi-las em duas partes, para ser mais fácil engoli-las). Também li algumas críticas ao champô em que o pior "contra" apontado era o cheiro, mas a mim não me incomodou. Cheira a champô de ervanária, como muitos dos champôs Yves Rocher.

 

Se alguém tiver alguma outra solução para a queda de cabelo ou uma opinião para partilhar acerca destes produtos, que se chegue à frente! :)

Recomendar é melhor do que desperdiçar #7

O último capítulo desta rubrica foi dedicado à hidratação de Inverno. Porém, quando a publiquei ainda não tinha experimentado o maravilhoso, o sensacional, o cheiroso produto que se segue.

 

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COCONUT HAND CREAM DA BODY SHOP!
E não estou nada a exagerar, tecendo-lhe tão encarecidos elogios. Alguma vez sentiram os poros das vossas mãos fazerem "tsssss" a abrirem, a respirarem, seguindo-se uma sensação de frescura durante duas horas? Já? Não, pois não? Eu também não tinha, mas com este creme de mãos de côco da The Body Shop fiquei-me ali, estarrecida. E, se adoram que o cheiro do creme permaneça activo durante muito tempo, este é um produto que vos aconselho.
Infelizmente, o creme que vos mostro não é meu, foi um presente de Secret Santa que deram a uma amiga minha, mas eu fui logo a correr saber o preço da coisa e pronto, é assim puxadinho para o meu bolso: cerca de 5€ cada tubinho anorético de 30ml, pelo menos nos Armazéns do Chiado.
Dito isto, senhores marketeers da The Body Shop, não hesitem em enviar-me uns produtos vossos, que eu garanto que faço a melhor publicidade de sempre à marca. Fiquei fã 4ever&ever do Coconut Hand Cream e tenho a certeza que o resto também não lhe deve ficar atrás! 'Bora fazer uma parceria? 'Bora!

Recomendar é melhor do que desperdiçar #6

Aaaaah, o frio chegou! E também chegaram as frieiras, e as peles secas, e (ainda mais) os chamados "inimigos", esses milimilimilímetros de dor perto das unhas, os lábios gretados, rebentados, esfolados... Porém, verdade seja dita, há sempre problemas com a pele e os lábios. Por isso, apesar de já usar os seguintes produtos há algum tempo, que melhor altura do que esta para vos recomendar...

 

1. Creme nutritivo de mãos com azeite da Babaria

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Só há dois cremes de mãos em que confio plenamente até este momento e eles são o creme hidratante da Yves Rocher (mas haverá algum produto da YR de que eu não goste?) e o creme hidratante com azeite da marca Babaria. Nenhum deles deixa a pele pegajosa, ambos têm um cheiro agradável e duradouro, mas o da Babaria ainda tem outras duas vantagens: custa cerca de 1,50€ e podemos encontrá-lo em qualquer supermercado (no meu caso, comprei-o no Jumbo). Recomendo-o principalmente a quem não está habituado a meter creme nas mãos com frequência, mas pretende experimentar um produto a que acostume depressa. 

 

2. Batom Baby Lips da Maybelline New York

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Quando descobri este batom até devo ter dado pulinhos de alegria mentalmente. A gama de batons Baby Lips da Maybelline promete hidratação, cor e um aroma muito subtil e pouco artificial. Se calhar devia ter comprado o meu noutra cor mais escura, pois esta (Electro - Strike a Rose) é praticamente da cor dos mesmos lábios. Sem ser isso, tem justificado os 3€ que gastei no Pingo Doce - mais um produto que se encontra em qualquer supermercado mais à mão!

 

Pronto. E agora já sabem como sobreviver ao Inverno lá fora sem morrerem gretados pelo frio!

"La Tablette"

Gente do meu blogue! Ao fim de quatro dias, já tenho um tablet - ou, como se diz em francês, une tablette. (Ou, pensando melhor, como eu lhe chamo, com direitos de autor de sua excelência, o meu namorado - A Tablete.)

Mas, primeiro, deixem-me pôr-vos a par dos acontecimentos que culminaram na aquisição desta beleza.

 

 

No dia seguinte a ter comprado a primeira tablete e ela não ter apanhado nicles de wi-fi cá em casa por mais de meio segundo, fui trocá-la à Box (do Jumbo). A empregada que me atendeu lá deu baixa dela, porque realmente não conseguia apanhar Internet sem fios em lado nenhum, então levei outra igual para casa. Só que cheguei a casa e - vira o disco e toca o mesmo - continuava sem reconhecer o meu router, por alegados "problemas de autenticação". Então, tive de lá voltar menos de meia hora depois, com os meus sintomas de avaria. Contudo, quando a voltei a ligar, já reconhecia a rede do supermercado e de todas as lojas em volta. Blasfémia! Infelizmente, se não dava na minha casa, não me interessava e pedi o dinheiro de volta (69,90€), depois de muito pensar em poder trocá-la por outra mais cara da mesma loja. A partir daí, comecei a experimentar todas a tabletes com a rede de hotspot do meu dumbphone, e raras eram as vezes em que a aceitavam e só as de melhor marca o conseguiam (mais tarde, este critério revelou-se pouco de fiar).

Passou-se o resto do fim-de-semana e, sinceramente, desisti. Desisti de querer comprar uma coisa em conta para, no final, ela se estragar com facilidade. Mais valia investir uns 20€ ou 30€ inesperados do que ficar insatisfeita com algo que, supostamente, serve para durar.

Por isso, mal segunda-feira chegou - isto é, ontem - fui, em caminho para a faculdade, ao El Corte Inglés e ao Colombo, em busca da tablete que garantisse não me trazer desilusões. Pois a eleita foi, ironicamente, a primeira tablete para que eu tinha olhado, já há mais de uma semana: 99,90€, branca, Storex, nove polegadas, na Fnac. Ainda pensei em trazer uma Samsung de sete polegadas, com uma definição brilhante de ecrã, mil e uma características XPTO, por 149,90€, em preço de saldo todo maluco (custaria quase 300€ originalmente). Mas desci à terra e pensei "epá, 50€ são 50€" (na verdade, foi a minha avó que mo recomendou por telefone, mas vai dar tudo ao mesmo, é a minha voz da consciência). Se eu podia trazer uma tablete mais do que boazinha e de marca francesa por 100€, devia dar-me por contente e, depois, logo se via se ela se dava bem em casa.

 

No final, acabou tudo em bem, a dita cuja não desatou à chapada com a rede do router nem com a rede da faculdade e, daqui em diante, não hei-de sofrer de permanentes dores nas costas, por levar o meu Tó-Bicha de quase três quilos na mochila (é que, acrescido o peso dos livros e do almoço, não há coluna vertebral que aguente).

 

Conclusão: o tablet Storex eZee'Tab 904 não é o melhor do mercado, mas é de confiança. Para quem só precisa de um substituto casual para o computador, ele é mais do que suficiente. Tem um bom processador, uma boa memória RAM e sem ser RAM - se o vosso intuito não forem os jogos e as aplicações pesadas - é bonita, é grande, não é das mais pesadas e uma das melhores características que lhe posso apontar é ter um óptimo sistema de reconhecimento das pontas dos dedos quando estou a escrever. O sistema não é o suprassumo da rapidez, mas também não é nada lento. Aguenta com cartões de memória até 32gb, escusam de a encher de porcarias na memória interna. Dá para jogar Angry Birds, escrever em qualquer lado e ler montes de ebooks. Acho que é isto.

 

***

 

(Para que conste, o ciclo karmático não termina aqui. Sempre que compro um qualquer gadget, ele traz um problema qualquer. E, quando digo sempre, é SEMPRE. Fiquem atentos à próxima tecnologia que sair no mercado e que eu decida adoptar.)