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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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"Mid-season finales" e os meus nervos

Detesto as mid-season finales. Aliás, não conheço ninguém que morra de amores por elas.

Chegámos à semana em que tudo o que foi série a começar em Setembro toma um interregno de dois meses, três. Agora, só voltam em Março.

Como é que é suposto eu sobreviver sem EmpireModern FamilyQuantico durante uma eternidade assim??? Quanto tempo aguentarei não saber como se resooverão os dramas familiares, os dramas políticos, os dramas de faca e alguidar? E como ultrapassar o facto de haver traições e lágrimas e mulheres grávidas que caíram das escadas com necessidade de um happy ending?

Pior ainda: só descobri que era tempo de mid-season finales porque adoreeeeei o final do 10º episódio da Empire, fui à procura da data do seguimento, e ai não, não haveria de gostar, senão para me deixarem a babar em suspenso até Fevereiro ou Março. Depois foi só verificar os restantes casos... E entrar em depressão televisiva (ou tablética, no meu caso).

 

 

O que me vale é que poupei a última temporada de The Sleepy Hollow para estas ocasiões...

O que tem acontecido entretanto

Terminei o segundo ano da licenciatura, mas ainda me vou inscrever a dois exames de melhoria. As notas do segundo semestre foram melhores do que o esperado, por isso fiquei bastante feliz. Terminei os três meses de estágio, apesar de ainda ter algumas tarefas para concluir.

Participei num intercâmbio europeu, semelhante ao projecto de Newcastle no Verão passado, mas desta vez detestei-o. A organização era péssima, ainda que a intenção fosse boa. As idades dos participantes eram demasiado diferentes, alargavam-se entre os 14 e os 21 anos, havia quem não pescasse puto de Inglês, a comunicação entre líderes era nula, o local onde se realizou o intercâmbio não era o mais indicado para adolescentes e jovens adultos (uma escola primária, numa vila pacata e sem movimento chamada Rujiena, que fica a quarenta minutos da cidade mais próxima)... Podia ficar para aqui a enumerar todas as falhas da semana na Letónia, mas pelo menos ainda dei um saltinho de hora e meia a Riga e outro de um dia (enquanto fazia escala entre os vôos de regresso) em Frankfurt.

Fiz vinte anos enquanto estive no intercâmbio, pelo que tive direito a cantigas de "Parabéns" não só em português, como também em letão, turco e sueco. Regressei e juntei quase todos os meus amigos na segunda-feira, para uma festa de aniversário tardia. Não soprei velas nem nada, porque para mim isso é tudo uma mariquice acessória - há quem goste, mas eu não. Nunca me farto de dizer o quanto me faz bem à alma ter estes encontros de come&fala com aqueles com quem tenho crescido nos últimos anos, com alguns desde há largos, largos anos.

Fui sempre lendo Animal Farm, de George Orwell, e fiquei apaixonada. Por favor, leiam-no! É um livrinho pequeno, com cerca de 54 páginas A4 (deixo-vos o link para o ebook). Acabei igualmente de ler Onze Tipos de Solidão, de Richard Yates, a minha única compra na Feira do Livro de Lisboa deste ano (livro do dia da Quetzal, a 5€).

Vi os primeiros quatro episódios da 3ª temporada de Devious Maids. Continuo a ler Ana Karenina.

Fã de séries à beira d'um ataque de nervos

Por alma de quem é que TODAS (ok, QUASE todas) as séries que costumo ver e cujas novas temporadas eu anseio têm de começar no dia 28 de Setembro, data oficial nos EUA e nos sites pouco legais da Internet? É que, com tanta série para ver (Once Upon a TimeModern FamilyRevenge...), temo que o meu início de semestre tenha de ser adiado... lá para Maio ou Junho.

Final alternativo para How I Met Your Mother (???)

Mesmo a propósito da última publicação e, por isso, já depois de eu ter acabado de ver o último episódio de How I Met Your Mother... Eis que foi anunciado um final alternativo para a série, há cerca de vinte minutos... aqui. Mais se conta que o final alternativo será lançado no DVD da nona temporada.

Não há direito, agora que eu já estava tão contente com esta despedida...!

Caras pessoas que andaram a espalhar que o final de HIMYM tinha sido uma desgraça...

Uma frase: VÃO-SE CATAR!

 

(Não leiam o que se segue, caso não tenham ainda visto a última temporada de How I Met Your Mother. SPOILERS AGRESSIVOS!)

 

Eu sei que sou mesmo uma choramingona e que sou de lágrima fácil, mas se vocês tivessem assistido ao meu choro soluçado e compulsivo enquanto via a última temporada, em especial os últimos dois episódios... AI, ISSO É QUE FOI UMA DESGRAÇA!

Vá lá, o Ted tinha de ficar com a Robin, desse por onde desse. Além disso, o Ted não deixaria ninguém no altar, nem sequer se divorciaria. Qual seria o objectivo de ele estar a contar uma historinha de 200 e tal episódios aos filhos e, no final, dizer que "hey, conhecer a vossa mãe foi a pior treta da minha vida!"? Não! Isso não iria acontecer! Consequentemente, claro que a Tracy tinha de morrer; ou isso, ou ficaria de coração destroçado e o Ted-fofura não é dessas coisas de destroçar corações à mãe dos filhos dele! Dah!

E, claro, a Lily e o Marshall tinham de procriar até se cansarem (nem sabemos o que aconteceu depois do terceiro), e o Barney tinha de ser pai de uma RAPARIGA, para aprender o que dói na pele (ah ah ah, chorei e ri tanto na parte em que ele pega na recém-nascida e lhe diz aquelas palavrinhas todas bonitas, em como ela é o amor da vida dele e tal e tal, foi muita linde!)

Por agora, não me lembro de mais nada que tenha a dizer, mas vou apenas repetir a minha idea, em qualquer via das dúvidas: o final de HIMYM é muito bom, como já era esperado, e nunca nenhuma outra série me fez inchar tanto os olhos quanto esta. Uma relação entre amigos não tem preço e oxalá todas as pessoas possam ter uma parecida nas suas vidas (eu incluída, se possível), porque mesmo que HIMYM seja "apenas" ficção, é "apenas" uma das melhores séries de todos os tempos (pronto, daquelas que eu já vi) e o tema da amizade é todo lamechas e bonito e emocionante. Ninguém que tenha visto UM único episódio lhe deve ter ficado indiferente. Impossível. 

 

Querido namorado, queridos amigos e comunidade virtual: vós sois uns palermas por me levar a pensar que o final de HIMYM era uma caca.

O fim da geração Veronica Mars *com possíveis spoilers*

Detesto despedidas, é que detesto mesmo. Há séries que não deviam acabar, que deviam ter sempre mais um episódio a seguir ao último. Ou um filme. Ou o que quer que seja. A Veronica Mars foi um dos meus primeiros amores e os primeiros amores dificilmente se esquecem!

Este não pode acabar, porque eu não deixo, eu não quero deixar! Quero que a Veronica continue a partilhar as suas aventuras, tenha ou não regressado para os braços do Logan, dado o hasta ao Piz, com filhos, sem filhos, advogada, investigadora, em Neptune ou Nova Iorque.

Este filme (que se pode ver AQUI) deu-me arrepios. Quem me dera continuar a ouvir o genérico e o seu tema "We Used to Be Friends" durante mais tempo, porque eu quero que todas estas personagens continuem a ser amigas, para sempre. Três temporadas e um filme não são suficientes para a minha ambição de fã incondicional.

Vá lá, Veronica. Agora, que regressaste às tuas humildes origens, vê se voltas em formato série, para uma quarta, quinta, sexta, ..., centésima temporada. Prometo continuar a seguir as tuas peripécias. Vá lá. Só mais uma!

 

"No Limite" - a série sem vergonha

 

Ainda não conhecem a série "Shameless"ou "No Limite"? COMO ASSIM, NÃO CONHECEM?

Estou a brincar... Eu também só a comecei a seguir há poucas semanas, e já na terceira temporada, que está a ser transmitida na Fox Life. Acho que, por alto, já tinha ouvido falar dela, mas não liguei às recomendações. Ainda por cima, quando a comecei a ver, pensava que era apenas mais uma série porca e sem interesse, tudo o que ela não é. 

Se tem muito sexo (violento)? Se quase todas as personagens com idade superior a 13 anos bebem, fumam, consomem droga e são depravadas de primeira? Sim, isso é certo. No entanto, estas são apenas algumas características de um enredo que envolve muito mais do que se imagina. Afinal, é impossível esquercermo-nos do amor incondicional entre irmãos, da imperfeição das famílias desfavorecidas e desfeitas que, mesmo assim, se conseguem erguer do meio da sua miséria e singrar na vida, do quanto o mais valioso que temos são as pessoas que amamos e um tecto debaixo do qual se possa construir um lar, por muito caótico que ele seja...

Mesmo que os Gallagher tenham nascido de uma mãe bipolar e ausente e de um pai bêbedo e drogado, são os irmãos mais unidos de Chicago e arredores. Tomam conta de si próprios com a ajuda da irmã mais velha, Fiona, e vão crescendo e tornando-se indivíduos íntegros, bem sucedidos e felizes (espero eu, pelo menos).

E pronto, eis os ingredientes para uma série divertida, dramática, de chorar a rir ou de rir a chorar: "No Limite". Caso tenham ficado interessados, consultem a programação da Fox Life ou assistam às mini-maratonas de fim-de-semana todos os Sábados, à hora de almoço.

 

Trailer da temporada 3:

 

Veronica Mars is back, bitches!

Ai, eu devorei todas os episódios, de todas as temporadas. Ai, aquele Logan, que, agora que penso no assunto, me faz suspeitar que foi o culpado por eu ter caído, mais tarde, no falso charme e inigualáveis patranhas de um bad boy, a pensar que ele se haveria de redimir dos seus erros, tal como aconteceu com esta personagem ficcional (nunca confiem na ficção, nunca). Ai, a astúcia da Veronica, que me fez acreditar, por outro lado, que uma mulher não precisa de nenhum homem para conquistar o valor que bem merece, porque a inteligência que tem já ninguém lha tira (mas que ter um homem na vida também não faz mal nenhum, muito pelo contrário). Ai, qual CSI, qual Investigação Criminal, qual carapuça! Esta Veronica Mars marcou os primeiros anos da minha adolescência e, agora, é bom que o filme faça jus à série que o precedeu!

Estreia em Março.

Quem é do tempo da Veronica Mars ponha a mão no ar! =)

 

O melhor de 2013

1. A série televisiva - "Revenge"

 

 

2. O filme - "About Time" (em português, "Dá Tempo ao Tempo")

 

 

 

3. O livro - elejo dois, que foram reeditados este ano: "O Suplente" (1999), de Rui Zink, e "The Kite Runner" (2003) - em português, "O Menino de Cabul" - de Khaled Hosseini

 

 

 

4. A viagem - Évora (também não fiz muitas mais)

 

 

 

 

5. O post - "Porque eu também tenho 'guilty pleasures'". E, como aos pares é mais bonito, este também teve a sua importância, diga-se de passagem. Cof, cof.

Para onde foi o Finn Hudson?

 

Cory Monteith, protagonista da série Glee, cantor exímio, actor sofrível, carinha laroca e, aparentemente, viciado em "substâncias", morreu ontem num hotel em Vancouver, aos 31 anos. Agora é esperar para ver como é que os produtores da série se vão desenrascar sem a sua estrela. É desta que a Rachel fica com o Brody, que de sonso não tem nada e de bom rapaz (em vários aspectos, se é que me entendem) tem tudo.

 

Nobody said it was easy...