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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Andamos cronicamente ansiosos: O mundo à beira de um ataque de nervos (Matt Haig)

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Ao olhar para a lista de livros que já li este ano, apercebi-me de que tenho andado a ler muita não-ficção, como não me lembro de alguma vez ter lido. Continuei por esse caminho com O mundo à beira de um ataque de nervos (em inglês, com o título original Notes on a Nervous Planet, que faz muito mais sentido), de Matt Haig. Este também é o autor de Razões Para Viver, sobre como ele próprio sobreviveu aos seus problemas de ansiedade, à depressão e aos pensamentos suicidas aos vinte e poucos anos. Por isso, O nundo à beira de um ataque de nervos poderia quase ser a continuação dessa reflexão, agora menos pessoal e mais dirigida a todos nós, parte duma humanidade cronicamente ansiosa e nervosa.


Quando vi este livro pela primeira vez na Fnac, agarrei-o e devorei 30 páginas em quinze minutos. É um livro fácil, tem a letra gordinha e espaçada, a edição em português está bem concebida e por isso e mais alguma coisa dá prazer lê-lo.


Para mim, essa mais alguma coisa é o tema e o facto de não só concordar como também me rever no que está escrito. Segundo Matt Haig, estamos sobrecarregados de informação e estímulos, facilitados pelos constantes avanços tecnológicos e pelo uso da Internet.


Tantos textos que já escrevi sobre isto e, de repente, encontro outra pessoa, a milhares de quilómetros de mim, com um perfil tão distante, a dissertar sobre a mesma coisa, da forma como eu gostaria de também ter escrito, o que eu gostaria de ter escrito. Ao longo desta semana e meia, fui deixando algumas das minhas partes favoritas no Instagram.

 

 
 
 
 
 
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Uma publicação partilhada por Beatriz (@beatrizcanasmendes) a

 

 

Ao mesmo tempo, repensei o meu uso das redes sociais e das expectativas que criamos ao ver os corpos perfeitos, os planos perfeitos, as relações perfeitas, as refeições mais saborosas, os sorrisos mais contagiantes, as férias mais relaxantes, que na verdade são apenas uma parte da vida das outras pessoas. Afinal, tendenciosamente, publicamos o que de melhor nos acontece, conteúdo que sujeitamos a um processo de curadoria digital, raramente o contrário, pelo que a medida de comparação deve também ser o nosso melhor, não a nossa figura descabelada em pijama no momento em que consome essa (des)informação. E queremos tudo para ontem! Em suma, repensar é o primeiro passo para encontrar soluções e entrar em acção. Além da crítica e autocrítica à utilização das redes sociais, são partilhadas ideias para sermos mais felizes tanto ao usá-las quanto longe delas, e como podemos dosear o consumo de notícias para nos mantermos informados, sem ficarmos assoberbados.


Li as primeiras duzentas páginas em poucos dias, mas a segunda metade do livro custou-me um pouco mais, porque as reflexões começaram a ser repetitivas e acessórias. A ideia principal é sempre: estar consciente dos problemas é como a solução para esses mesmos problemas, para recuperarmos o controlo sobre como nos comportamos enquanto utilizadores dos meios de comunicação e redes sociais. Sobre a tradução, acho que precisa de alguma revisão, mas eu nem costumo gostar de ler traduções portuguesas do inglês e esta não me pareceu terrível.


No entanto, não deixo de recomendar este livro. Matt Haig conseguiu muito bem incitar-me a pensar no que me provoca ansiedade, no meu consumo de informação que não contribui em nada para ser mais feliz e em como nos estamos a tornar, humanos, em estatísticas para o sistema capitalista do marketing digital. Por um lado, acho o marketing uma área extremamente interessante, tal como as ferramentas que utiliza e as estratégias criadas, mas também assustadoramente perigosa quando não utilizada para o bem dos indivíduos (sobre tal assunto, recomendo este livro). A democracia enfrenta novos desafios na era digital, tal como o bem-estar físico e mental dos cidadãos, por isso, à medida que as transformações ocorrem, a sociedade deve encontrar estratégias igualmente funcionais para se proteger dos perigos eminentes.


🧾 E ler, seja não-ficção ou ficção, pode ser uma dessas estratégias! O que andam a ler ultimamente que vos tenha feito abrir os olhos sobre algum tema específico? 📚

Como ficar dependente (ou largar a dependência) das apps: Hooked, de Nir Eyal

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Continuo nesta saga de descobrir mais sobre como funciona o cérebro humano e como processa informação. Não é a minha área de estudo, mas é tão interessante!

 

Desta vez, roubei o presente de Natal que encomendei para a minha amiga Inês, o livro Hooked: How to Build Habit-Forming Products, do investigador e consultor Nir Eyal. Ela tinha-mo pedido pelo Natal, mas a encomenda atrasou-se imenso e demorou um mês a chegar. Então, mal ele chegou cá a casa, acabei por lhe pegar e só o larguei depois de o terminar (e porque, enfim, tive de o devolver à destinatária original).


Por coincidência, li o Hooked num momento em que me estou a des(a)pegar das redes sociais. Apesar de muitas das actividades do meu dia-a-dia ainda serem feitas a partir do telemóvel, como questões de trabalho ou escrever no blog, tenho tentado reduzir o uso ao essencial, eliminando tanto quanto possível as redes sociais e as apps que consomem muito tempo. Mesmo que seja um par de minutos aqui e outros ali, o tempo de uso vai-se acumulando ao longo do dia e gera-se uma certa dependência através do hábito de desbloquear o telemóvel, visitar o Instagram, o Facebook, o WhatsApp, o Goodreads, até o extrato do PayPal.


Estar Hooked é estar, de certa forma, preso a qualquer coisa, é vermo-nos envolvidos num processo, imersos num estado de constante curiosidade quanto ao que nos pode revelar a cada instante. É exactamente o hábito que nos leva à dependência, prevista pelos criadores dessas apps, para chamar a atenção de tantos utilizadores quanto possível.


O processo que percorremos até nos sentirmos "enganchados" tem quatro passos: um gatilho (primeiro interno, depois externo), que por sua vez nos leva a uma acção, que gera uma recompensa variável e que nos incentiva a um investimento, voltando ao início do ciclo e do gatilho - uma "comichão" reflexo da necessidade de usar o produto, a app, de novo. Desta forma, criamos um hábito, isto é, um comportamento executado sem pensar.


Agora, perguntam vocês: mas isto de se trazer para o mercado produtos que brincam com a mente dos clientes e que têm em conta o cultivo de hábitos não é manipulação? De facto, o próprio Nir Eyal aborda esta vertente ética. Segundo ele, nos negócios não há maneira de evitar "entrar na mente" dos clientes, e que deve ficar à consciência e responsabilidade dos empreendedores fazê-lo para o "bem" ou para o "mal" - o que mais deve interessar é pensar se o produto melhora ou não a vida dos utilizadores e se o próprio empreendedor também o usaria. Se se responder afirmativamente a essas duas perguntas, tanto melhor!


Por agora, com algumas reservas, acho que concordo com esse método de avaliação ética. Ler este livro foi uma boa experiência, tanto colocando-me do lado dos empreendedores, quanto dos utilizadores. Além disso, ver desconstruído o processo que leva à dependência das tecnologias também me motiva a largá-las, dado que agora conheço a tal "manipulação" e os truques usados para incentivar ao uso a que me encontro sujeita. Devemos usar seja que produto for como vitaminas, não como analgésicos (jargão farmacêutico do autor!).


No que toca a aspectos mais estruturais do livro, primeiro tenho de apontar uma falha: o subtítulo induziu-me ao erro de pensar em "produtos" em geral, mas, na verdade, os produtos discutidos são sempre apps e websites, não propriamente escovas de dentes ou lençóis. Por fim, é de louvar todo o livro Hooked enquanto um produto ele mesmo: não existe edição em paperback, a capa dura vem envolta numa sobrecapa colorida, a impressão é feita em papel daquele que nos leva a enfiar o nariz lá dentro, o tipo de letra é grande e há algumas imagens, tabelas e resumos de ideias aqui e ali, fazendo parecer que a leitura segue escorreita e rápida... É um produto muito eficaz a chamar e a prender a atenção do leitor!

 

Terminado o Hooked, continuo a agradecer sugestões de livros sobre temas afins.


Boas leituras! 📚🤓

Viver na ditadura da popularidade, criatividade, identidade única e algoritmos

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A Internet também me traz ansiedade. A volatilidade da informação e da forma como circula assusta-me: a rapidez vertiginosa com que as regras são alteradas, o tipo de discurso, as mil e uma artimanhas que surgem todos os dias para se ter o blog ou site mais lido ou o produto mais popular.


Como dizia Bauman, é tudo tão líquido. Quando sinto que estou, finalmente, a habituar-me a um tipo de linguagem e objectivos na Internet, eis que o jogo dá outra vez a volta. Também não sentem que, muitas vezes, vivemos submissos ao poder dos algoritmos e da manipulação da mente dos outros? Temos de ter as fotos de Instagram mais XPTO, definir uma paleta de cores pessoal, as palavras-chave certas, os títulos que causam mais sensação... E onde ficam a honestidade, simplicidade e autenticidade nisto tudo?


Já não nos representamos a nós mesmos. Representamos uma marca - agora, somos uma marca. Temos de investir em branding, porque, dizem, há que mostrar aquilo que nos distingue de todos os outros, mas, atenção, sempre seguindo regras estéticas, e de marketing, e de linguagem, e de não sei o quê que tem de ser feito, senão nunca sairemos da cepa-torta da produção caseira e amadora.


Como se houvesse mal nisso!


Para mim, alguns blogs e perfis continuam a ser um reduto do que eu esperava que toda a Internet continuasse a ser. Felizmente, nem toda a gente foi contaminada pelo jargão empresarial que retira a alegria de criar um projecto pessoal desinteressado.


A gestão de redes sociais fascina-me e, ao mesmo tempo, faz-me sentir pequenina. Fascina-me enquanto negócio, fascina-me que as empresas tentem acompanhar o ritmo dos dias e que tenham de se reinventar para sobreviver no mercado. Mas, então... e as pessoas? As pessoas também têm de se vender como se fossem empresas? Eu sei que há quem, realmente, seja uma empresa (o seu ganha-pão assim o determina), mas, então... e os outros?


Há dez anos que crio blogs só porque sim, porque gosto de escrever, de partilhar, de desabafar. Este foi criado há sete anos e meio e por aqui fiquei, e pode ter mudado muita coisa deste lado, mas o que não mudou foi a intenção de escrever mais e melhor enquanto desafio pessoal e de superação, sem olhar demasiado a números. Embora os números me digam quantas pessoas andam por aqui (o que é gratificante) continuo sempre a manter este espaço por gosto e não por quaisquer expectativas ou contrapartidas mercantilistas.


Um dia, pode ser que engula estas palavras e me renda a parcerias, estatísticas, dividendos. Quem sabe...? A verdade é que até o meu trabalho e ambições profissionais futuras dependem um pouco da Internet. No entanto, hoje não é esse dia. Por enquanto, o meu blog, Instagram e Facebook são meros passatempos, nos quais invisto sem ter em vista mais do que a diversão que me permitem ter e, quiçá, oferecer. São o meu laboratório de experiências, ocupam o tempo que não gasto a olhar para as paredes ou a consumir-me em aborrecimentos vários. Há quem faça miniaturas, há quem coleccione moedas, há quem catalogue passarinhos. Eu ando por aqui a debitar sobre coisas aleatórias que me interessam.


Os meus blogs e perfis preferidos continuam a ser aqueles que têm "gente dentro", e que não se vendem por tuta e meia. Não julgo quem se vende, mas sim o facto de que, hoje em dia, sinto que estão todos a vender-se e que é tudo mais do mesmo.


No outro dia, dizia um professor meu que "as tendências estão a mudar, ser-se criativo começa a ser exactamente não ter criatividade". E eu não digo que tenhamos de deixar de ser totalmente criativos, mas neste momento já me é muito difícil acompanhar tanta "criatividade". Fico cansada, desgastada pela produção constante, pela urgência das mensagens, pelo conceito de storytelling a ser usado para tudo e mais alguma coisa, em nome da popularidade e da tal "identidade única" que procuramos. Na esperança de estabelecermos um monopólio sobre a nossa auto-imagem, gritamos que somos diferentes de todos os outros, mas depois fazemos quase o mesmo, andamos pelas modas.


Estes são alguns motivos pelos quais me tenho tentado afastar das redes sociais. O desfile de histórias inspiradoras que vendem e que se vendem, do networking, da luta pelo primeiro lugar num mural de rede social alheio pedem de mim energia que não tenho. Até duma perspectiva empresarial e profissional, por mais quanto tempo aguentaremos tamanhas avalanches? Ainda será possível viver e ser-se relevante offline?


Serve este texto como desabafo e reflexão da própria.

RIP Facebook Messenger For Windows

Não sei se já repararam, mas alguém decidiu acabar com a aplicação do Facebook Messenger para o ambiente de trabalho do computador. Grandes sonsos! Agora tenho de ter o próprio Facebook ligado no browser para falar apenas com uma ou duas pessoas? Já não chegava terem-me tirado o meu grande amor tecnológico, MSN da minha pré-adolescência? SONSOOOOOS! PATIFES! Uma pessoa pensa que pode confiar na tecnologia e depois NÃO, MORTE ÀS APLICAÇÕES QUE DÃO REALMENTE JEITO e 'bora criar Flappy Birds e mais versões falhadas de anti-vírus para smartphones! Um dia destes acordo e já nem Google Chrome me resta, só um Internet Explorer todo ranhoso, é que estou mesmo a ver.

Ah e tal, a partir de dia 3 de Março de 2014 o Facebook Messenger já não vai funcionar, lamentamos o inconveniente e blá blá blá. Raios parta o WhatsApp, mas quem é que usa essa grande caquinha? Viram o que fizeram, viram???! E agora, como é que eu falo com a minha gente do coração sem ser bombardeada pelas notificações e pelo (nada fascinante, mas muito tentador para procrastinar) mural de actualizações?

 

 

RIP Facebook Messenger for Windows. Partiste cedo, mas deixas boas memórias, nem que seja até à próxima invenção.

"La Tablette"

Gente do meu blogue! Ao fim de quatro dias, já tenho um tablet - ou, como se diz em francês, une tablette. (Ou, pensando melhor, como eu lhe chamo, com direitos de autor de sua excelência, o meu namorado - A Tablete.)

Mas, primeiro, deixem-me pôr-vos a par dos acontecimentos que culminaram na aquisição desta beleza.

 

 

No dia seguinte a ter comprado a primeira tablete e ela não ter apanhado nicles de wi-fi cá em casa por mais de meio segundo, fui trocá-la à Box (do Jumbo). A empregada que me atendeu lá deu baixa dela, porque realmente não conseguia apanhar Internet sem fios em lado nenhum, então levei outra igual para casa. Só que cheguei a casa e - vira o disco e toca o mesmo - continuava sem reconhecer o meu router, por alegados "problemas de autenticação". Então, tive de lá voltar menos de meia hora depois, com os meus sintomas de avaria. Contudo, quando a voltei a ligar, já reconhecia a rede do supermercado e de todas as lojas em volta. Blasfémia! Infelizmente, se não dava na minha casa, não me interessava e pedi o dinheiro de volta (69,90€), depois de muito pensar em poder trocá-la por outra mais cara da mesma loja. A partir daí, comecei a experimentar todas a tabletes com a rede de hotspot do meu dumbphone, e raras eram as vezes em que a aceitavam e só as de melhor marca o conseguiam (mais tarde, este critério revelou-se pouco de fiar).

Passou-se o resto do fim-de-semana e, sinceramente, desisti. Desisti de querer comprar uma coisa em conta para, no final, ela se estragar com facilidade. Mais valia investir uns 20€ ou 30€ inesperados do que ficar insatisfeita com algo que, supostamente, serve para durar.

Por isso, mal segunda-feira chegou - isto é, ontem - fui, em caminho para a faculdade, ao El Corte Inglés e ao Colombo, em busca da tablete que garantisse não me trazer desilusões. Pois a eleita foi, ironicamente, a primeira tablete para que eu tinha olhado, já há mais de uma semana: 99,90€, branca, Storex, nove polegadas, na Fnac. Ainda pensei em trazer uma Samsung de sete polegadas, com uma definição brilhante de ecrã, mil e uma características XPTO, por 149,90€, em preço de saldo todo maluco (custaria quase 300€ originalmente). Mas desci à terra e pensei "epá, 50€ são 50€" (na verdade, foi a minha avó que mo recomendou por telefone, mas vai dar tudo ao mesmo, é a minha voz da consciência). Se eu podia trazer uma tablete mais do que boazinha e de marca francesa por 100€, devia dar-me por contente e, depois, logo se via se ela se dava bem em casa.

 

No final, acabou tudo em bem, a dita cuja não desatou à chapada com a rede do router nem com a rede da faculdade e, daqui em diante, não hei-de sofrer de permanentes dores nas costas, por levar o meu Tó-Bicha de quase três quilos na mochila (é que, acrescido o peso dos livros e do almoço, não há coluna vertebral que aguente).

 

Conclusão: o tablet Storex eZee'Tab 904 não é o melhor do mercado, mas é de confiança. Para quem só precisa de um substituto casual para o computador, ele é mais do que suficiente. Tem um bom processador, uma boa memória RAM e sem ser RAM - se o vosso intuito não forem os jogos e as aplicações pesadas - é bonita, é grande, não é das mais pesadas e uma das melhores características que lhe posso apontar é ter um óptimo sistema de reconhecimento das pontas dos dedos quando estou a escrever. O sistema não é o suprassumo da rapidez, mas também não é nada lento. Aguenta com cartões de memória até 32gb, escusam de a encher de porcarias na memória interna. Dá para jogar Angry Birds, escrever em qualquer lado e ler montes de ebooks. Acho que é isto.

 

***

 

(Para que conste, o ciclo karmático não termina aqui. Sempre que compro um qualquer gadget, ele traz um problema qualquer. E, quando digo sempre, é SEMPRE. Fiquem atentos à próxima tecnologia que sair no mercado e que eu decida adoptar.)

Lógica das novas tecnologias

Elas: Existe uma nova versão do Messenger disponível. Pretende proceder à sua instalação?
Eu: Sim.
Elas: Aguarde um momento enquanto o sistema procede à instalação.
Eu: (aguardo)
Elas: O sistema está a proceder a um melhoramento do seu Skype. Aguarde.
Eu: (então e o Messenger???)
Elas: Bem-vindo ao Skype.
Eu: (clico no antigo atalho do Messenger)
Elas: O item 'msnmsgr.exe' a que este atalho se refere foi alterado ou movido, por isso este atalho deixará de funcionar correctamente. Pretende eliminar este atalho?
Eu: (Filhos da mãe, acabaram mesmo com o MSN...! -.-)