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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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The Hunger Games

   Talvez tenha sido a última adolescente à face da Terra a ver o filme "The Hunger Games" e aviso, desde já, que até poderia estar arrependida, se o arrependimento fizesse parte da minha personalidade - que não faz, neste caso. Portanto, para que conste, adorei cada segundo do que vi e mal posso esperar por ter o respectivo livro na mão (aceitam-se ofertas ou empréstimos, seja o que for), porque uma história destas também merece ser apreciada a partir do original.


   A Katniss é uma rapariga de garra, sim senhora, ensina-nos a viver e a "sobreviver" sendo nós próprios, porque haverão sempre pessoas a gostar de nós e outras a não irem com a nossa cara, independentemente de quem sejamos (eu já andava a precisar dessa lição) e, como em todo o filme que se preze, há uma trama de amor lá pelo meio, para adoçar a boca aos românticos. Já eu, fiquei bastante aborrecida pelo final que a história conheceu nessa matéria e cheguei mesmo a berrar para a televisão "oh rapariga, não sejas burra, tu tens o outro moço à espera em casa!, olha que o teu amigo fofo vai ficar triste se ficares com esse!".


   Como já referi, o enredo é de ver e chorar por mais, correspodendo tal e qual às expectativas que a opinião alheia me obrigava a ter. Inclusivamente, a Cara de Panqueca tinha-me avisado que havia uma parte do filme que seria mais entediante e eu nem dei por nada. O final também foi genial, deixando aquele cheirinho a incompleto, como que a cativar-nos para nos mantermos atentos ao seguimento (temos um longo ano pela frente até à sua estreia).


   Entretanto, vou procurar os livros todos e tentar devorá-los (ou não fossem eles sobre os Jogos da Fome).


The Hunger Games Wallpaper

The Hunger Games

   Talvez tenha sido a última adolescente à face da Terra a ver o filme "The Hunger Games" e aviso, desde já, que até poderia estar arrependida, se o arrependimento fizesse parte da minha personalidade - que não faz, neste caso. Portanto, para que conste, adorei cada segundo do que vi e mal posso esperar por ter o respectivo livro na mão (aceitam-se ofertas ou empréstimos, seja o que for), porque uma história destas também merece ser apreciada a partir do original.

   A Katniss é uma rapariga de garra, sim senhora, ensina-nos a viver e a "sobreviver" sendo nós próprios, porque haverão sempre pessoas a gostar de nós e outras a não irem com a nossa cara, independentemente de quem sejamos (eu já andava a precisar dessa lição) e, como em todo o filme que se preze, há uma trama de amor lá pelo meio, para adoçar a boca aos românticos. Já eu, fiquei bastante aborrecida pelo final que a história conheceu nessa matéria e cheguei mesmo a berrar para a televisão "oh rapariga, não sejas burra, tu tens o outro moço à espera em casa!, olha que o teu amigo fofo vai ficar triste se ficares com esse!".

   Como já referi, o enredo é de ver e chorar por mais, correspodendo tal e qual às expectativas que a opinião alheia me obrigava a ter. Inclusivamente, a Cara de Panqueca tinha-me avisado que havia uma parte do filme que seria mais entediante e eu nem dei por nada. O final também foi genial, deixando aquele cheirinho a incompleto, como que a cativar-nos para nos mantermos atentos ao seguimento (temos um longo ano pela frente até à sua estreia).

   Entretanto, vou procurar os livros todos e tentar devorá-los (ou não fossem eles sobre os Jogos da Fome).

The Hunger Games Wallpaper