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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

tenho exactamente uma semana para:


  • ler as últimas 36 páginas do Persuasão (Jane Austen);

  • ler as últimas 210 páginas do Memorial do Convento (José Saramago);

  • ler o Monte dos Vendavais (Emily Brontë);

  • ler o Bel-Ami (Guy de Maupassant);

  • fazer o trabalho de férias de História A;

  • acabar de escrever o artigo sobre o Verão no Campus para a Fórum Estudante;

  • ir entregar o Persuasão e o Monte dos Vendavais à biblioteca;

  • escrever, pelo menos, mais cinco textos e mais dez páginas do meu "projecto";

  • me ir inscrever para o Cambridge Advanced English ao British Council de Lisboa,

  • passar mais algum tempo livre com os meus amigos antes de as aulas começarem.

Braga #11

Saí mesmo no Correio do Minho hoje de manhã. Ainda não li a edição em jornal, mas a da Internet está assim. Não tarda nada, tenho por aí os paparazzis e os stalkers todos à minha perna. Oh, mon Dieu, ser celebridade custa. Agora sei o que é ser como a Madonna da Margem Sul, em digressão por Braga.

Braga #10 - o último dia do VnC

Esta manhã, escrevemos uma notícia que foi emitida na Rádio Universitária do Minho ao meio-dia; o Correio do Minho entrevistou-me a mim mais a um ou dois colegas. À tarde, reunimo-nos com os restantes cursos no Campus de Gualtar e recebemos os certificados de participação; tirámos mais fotografias; tivemos uma aula de zumba (e o que é zumba? eu digo que é step+movimentos de anca), fizemos alegres figuras tristes a tentar seguir os passos da instrutora e despedimo-nos com alguns "até para o ano" e "a gente fala-se no Facebook". O pessoal da Escola de Rádio é, na sua generalidade, muito bacano. Nove rapazes, duas raparigas. O que poderia eu pedir mais? Os nossos monitores não eram daqueles todos destrambelhados do juízo, incompetentes ou demasiado exigentes connosco. Gostei da onda deles. Os profissionais da RUM com quem trabalhámos ao longo desta semana mostraram-se sempre muito disponíveis e tivemos a oportunidade de aprender, com eles, imensas coisas sobre o mundo radiofónico e jornalístico. Agradeço-lhes o vislumbre que me proporcionaram sobre a área em que quero enveredar, académica e profissionalmente. No final, quero também agradecer a todas as pessoas que conheci desde segunda-feira, pelo enriquecimento pessoal que me trouxeram. Foi bom... muito bom. Excelente.

Braga #6 - o quanto eu gosto dela

Adoro estar em Braga. É uma cidade equilibrada - nem muito movimento, nem pouco; nem muitos edifícios, nem poucos; nem muitas pessoas, nem poucas. Parece que tudo está perto de tudo e que, em cinco minutos, podemos atravessar a cidade de uma ponta à outra. O sotaque nortenho é vincadíssimo e, por vezes, tenho de perguntar às pessoas para repetirem o que me dizem duas e três vezes. Aqui, sou a miúda da Margem Sul ou a miúda de Lisboa (LisboUa), que diz maçã (maçãEE) e chama ténis às sapatilhas. Sou uma freak, mais do que o habitual, pelo menos. Acho os bracarenses bastante diferentes do pessoal da zona de Lisboa e arredores. Apesar de, em geral, serem mais descontraídos, estão bem mais preocupados com o futuro e têm uma maior noção de comunidade (viva o NUorte!). Fui acolhida com simpatia e à vontade pelos meus colegas, monitores e “professores” do curso. Sinto-me melhor integrada no meu grupo de trabalho no espaço de um dia, em Braga, do que me sentiria numa semana, na minha zona. Não percebo qual será a relação, mas o certo é que as mentalidades são distintas.