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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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Tirar a carta não é o sonho que parece

Sucumbindo aos clichés do costume, adianto que, em breve, haverá um novo perigo na estrada. Lá para Abril, se tudo correr bem! No entanto, até lá, ainda tenho muuuuito para penar.

Para os que ainda não passaram pelo drama de tirar a carta, eis o panorama geral (pelo menos, o meu):

  • os intrutores de código que me calharam na rifa devem pensar que estão a ensinar-nos a mais maravilhosa ciência alguma vez conhecida, restrita apenas a uma elite super inteligente;
  • um dos instrutores é um tipo que veio de Bragança, não diz as vogais (t'ã a ver, é prfte!), tem 1,90m de altura e um caparro que se vê no Algarve - confirmei na segunda aula com ele que "já foi PT" (personal trainer, mas PT é mais bonito), e é claro que já foi, que tolice a minha ter pensado o contrário. Ainda assim, confirmo que tem uns olhos azuis muito bonitos e um ar muito simpático - isto é, apesar de nos intimidar um nadinha, devido aos 40kg de massa muscular com que se apresenta;
  • já a outra instrutora parece um amor de pessoa, mas não deve ter ido com a minha cara - mas eu também a acho muito parecida à Ana Garcia Martins aka Pipoca, se ela não tivesse usado aparelho, não usasse bons cremes ou arranjasse o cabelo tipo à anos 80 (ok, aqui estou a ser realmente mázinha, peço desculpa). Provavelmente, a senhora também sentiu as minhas vibrações que lhe revelaram a pouquíssima pachorra que me sobra para estudar o código da estrada (o que vou acabar por fazer, inevitavelmente, não se preocupem);
  • as aulas de código são REALMENTE uma seca - vim a confirmar não se tratar de um mito. Quando se começa parece tudo muito engraçado, por ser novidade, mas chega-se à 12ª aula e já só nos apetece passar o resto da vida a depender dos transportes públicos. A coisa ainda se torna mais fofinha quando percebemos que os instrutores têm preferidos - e nós não fazemos parte desse grupo;
  • salvam-nos as aulas de condução, que são sempre divertidas. Ainda vou na 4ª ou na 5ª, mas mesmo com a instrutora (cheia de paciência, esta) sempre a malhar na minha falta de coordenação, tenho gostado imenso de conduzir. Porém, há que sublinhar que ainda só comecei a usar os pedais na aula passada, pelo que toda uma panóplia de aventuras e desventuras ainda deve estar para acontecer.

Aguardem novos relatos e rezem pela minha saudinha. Seria bom que tirar a carta fosse um mar de rosas!

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